C.H.I.L.D. – PRIMEIRA MISSÃO – PRÓLOGO

Pentágono, Washington D.C.:

– Nós estamos descontinuando o C.H.I.L.D. PROJECT porque já tivemos bastantes perdas dos jovens que lutaram até aqui. A partir de hoje, esse projeto não é mais militar – falou o General Sharp.

O general Sharp era quem dava carta branca para todos os procedimentos a ser adotados pela equipe atambém era cobrado pelo governo conforme as perdas na equipe.

– Soubemos que o projeto também não tem segurança. Por diversas vezes houve vazamento de informações em missão. Esse fato fez com que perdêssemos muitos  valores e nossos garotos estão chegando ao fim. -falou o Sargento Bird.

– Sargento, do modo como fala, parece esses meninos são objetos para você! – exclamou o Capitão Frank, que é o criador da famosa COLUMBO AGENCY DETECTIVES.

– Capitão eles são treinados para dar resultados, e até agora não justificaram o que o governo gastou com eles – retrucou o Sargento.

– Já chega vocês dois. Não quero ouvir discussões e mesmo que houvesse possibilidade estaríamos com verba muito curta para continuar.

Neste momento entra uma mulher de alta patente na sala.

– Sharp, é verdade o que acabei de ouvir sobre o projeto? – pergunta ela com ar irritado como se já soubesse a resposta.

– Sim, Betty, é verdade, mas a ordem final veio  de cima.

– Como você tem coragem de mandar esses meninos para a morte e além disso gastar uma fortuna do governo para depois abandoná-los? – perguntou a mulher com as mãos na cintura

– Betty, eu sei que há muito você trabalha com eles e seu envolvimento é grande, mas além da ordem de cima, não temos mais verbas. Já temos os cinco que geralmente usamos e não podemos mais usá-los. E ainda temos mais cinco em treinamento. Esses treinamentos serão encerrados hoje.

Neste momento o Comandante Frank interrompe….

– O que vão fazer com essas crianças agora que elas não fazem mais parte da força militar americana?

– Provavelmente serão ou enviados para famílias que querem adotar jovens. Mas antes terão que tomar o soro do esquecimento.

– Esse soro é 100% confiável? – perguntou o Sargento Bird.

– Nada é 100% confiável Bird. Caso o soro falhe, eles terão que ser executados. Mas não sou eu quem decide isso.

– Mas você pode dar um jeito para eu ficar com eles para criar uma equipe particular combatente do crime – disse a mulher olhando fixamente para Sharp.

– Poder eu posso, mas ainda vão restar os outros que não saíram do quartel somente treinando e eles não vão lhe repassar mais de uma equipe, então teremos que fazer o mesmo com os que estão treinando ainda. Sinto muito.

– Não vai não! – falou o Comandante Sharp se levantando da cadeira e colocando as mãos se escorando sobre a mesa.

– Eu ficarei com eles – disse Frank a Sharp olhando olho no olho.

– E o que você pretende fazer com eles Frank?

– Eles farão parte de minha agência de detetives.

Sharp deu uma gargalhada, sendo acompanhado por Bird.

– Será que perdi algum assunto engraçado? – falou Frank olhando sério para os dois.

– Frank, você vai usar esses molecotes como detetives? Que piada é essa?

– Assim como eles aprenderam muita coisa aqui, aprenderão muito comigo lá na agência. E ainda terei a vantagem de dar continuidade com os treinamentos deles.

– Então está decidido Sharp. Pelo que vejo, não sou só eu que tenho juízo na cabeça. Espero que você tenha também. Estamos no fundo, tirando uma batata quente de suas mão e sem nenhum custo.

– Muito Bem. Está bem, quem poderá argumentar com vocês dois?

E assim, combinaram o dia em que viriam apanhar as crianças que muito acrescentariam em suas forças.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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