DETETIVE – CAPÍTULO 01

Um assassinato ocorre em uma chácara, uma idosa, que possuía uma chácara e um enorme mansão nela, morre misteriosamente.

Para desvendar este mistério nove detetives vão à chácara para investigar o caso e ficaram lá até que descubram o que realmente aconteceu…

Assim cumprindo as ordens de seus superiores:Bruna, Geisiane, Beatriz, Thais, Jonas, Josafá, Kelvin, Jefferson e Lucas seguiam em direção a chácara em seu ônibus particular.

” Sabe que estou muito empolgada com este caso.”, disse Bruna

” Eu também”,disse Geisiane.”Acho que teremos alguma coisa nova pela frente.”

” Eu não vejo nada de novo”,disse Thais limpando sua arma.”Não tem ninguém pra gente dar alguns tiros.”

Beatriz estava ao lado e tremeu quando Thais olhou para ela.

” É melhor você guardar isto Thais.” ,disse Beatriz

Enquanto isso Jonas se aproximava de João, o motorista.

” Falta muito ainda?” perguntou ele

” Umas duas horas” disse João

” Ó não!” lamentou Kelvin, que estava assentado próximo ao motorista

” É uma chácara muito longe da cidade”, explicou João.”Por isto demora tanto.”

A viagem continuou e o tédio logo tomou conta dos jovens detetives, uns mexiam no celular, outros escreviam e outros apenas não faziam nada.

Bruna estava vendo as novidades na internet, quando foi atingida por uma bolinha de papel. Virando seu rosto para trás viu Josafá rindo. Ele era o mais bagunceiro da turma, não havia ocasião em que ele não brincasse.

”Por favor Josafá, estou tentando achar algo que possa nos ajudar”

”Me desculpe, só foi uma brincadeira para tirar esse maldito silêncio”,disse Josafá.

Depois de três horas de viagem, os jovens finalmente chegaram na chácara.

Dois policiais estavam no portão que servia de entrada para o lugar.

Após mostrarem credenciais, os jovens detetives adentraram no lugar, rodeado por flores e grama verde. Era uma bela visão. A chácara

era enorme, com plantações de feijão, arroz, café e verduras. Haviam também árvores frutíferas e um enorme celeiro.

O ônibus parou perto da casa. Os jovens desceram dele e se maravilharam com a beleza da casa e com o jardim que a rodeava. Haviam ainda duas piscinas, uma rasa e uma funda.

”Esse é o tipo de casa que todo mundo gostaria de morar” ,disse Jefferson

”Isto aqui é um lugar pra morar várias pessoas”,falou Lucas

”O que aquela velha fazia com uma casa desse tamanho?”, perguntou Josafá de boca aberta

”Com uma casa desse tamanho dá pra se fazer milhares de coisas”,disse Jonas

”Imagine como será dentro!”, disse Thais

”Ora, vamos lá olhar”, sugeriu Bruna correndo para a porta

A porta foi aberta e eles puderam contemplar a larga e vaga sal de estar, que continha um sofá no meio e um aparelho de televisão. O piso de cor marrom cinzento, estava brilhante e conservado, assim como azulejo e o teto.

No meio da sala estava uma escada que dava no andar de cima, ao lado direito se encontravam duas portas de madeira. Ao lado esquerdo estavam uma entrada para outra sala de estar e uma porta que dava na cozinha.

”Que coisa linda”,disse Geisiane com olhos brilhando de fascinação.

Apesar de exaustos por causa da viagem, os jovens ainda tiveram disposição de olhar a casa de cinqüenta quartos, vinte banheiros, dez cozinhas, duas salas de estar com televisão e três guarda roupas em cada quarto, sem falar na garagem subterrânea que continha espaço para quinze caminhões e quatro carretas.

Algumas partes da casa estavam cobertas com panos ou com uma faixa amarela em redor, o que significava que ali eram os pontos com mais probabilidade de encontrar pistas.

Quatro quartos já haviam sido investigados e estavam livres, nesses quartos, os detetives deveriam dormir. Bruna e Thais dividiram um, Beatriz e Geisiane outro, Jonas, Kelvin e Josafá no terceiro e Lucas e Jefferson no ultimo. João preferiu dormir sozinho no andar de baixo no quarto de hospedes, por vontade própria. João era solitário e quieto e já vinha dirigindo para os detetives à três anos. Seus pais haviam morrido em um acidente de carro, e desde então ele viveu com sua avó até embarcar neste serviço.

Uma hora da manhã, o sono dominava os detetives. Mas com um estranho barulho vindo da cozinha, Bruna acorda meio atordoada. Ela tinha um sono leve e sempre acordava com facilidade ao ouvir um barulho.

Por Naor Willians

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s