O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – PRÓLOGO

Em algum lugar do estado do Kansas…

– Xerife! Xerife! – alguém estava batendo em desespero na porta do Xerif Offices.

Rapidamente, o xerife, um homem de bígode, com a mão no coldre.

– O que foi Leo?

– Ele está chegando! E está trazendo o bando inteiro!

– Rapaz, respire e me diga quem está vindo – repreendeu o xerife.

O garoto segurava um chapéu na mão e respirava com dificuldade.

– O caveira está vindo com o bando do Lester numa carroça!

O xerife arregalou os olhos.

– Caveira?!

Mas, para a surpresa dos dois, naquele momento a carroça parou ali.

Um homem usando uma jaqueta com o desenho de uma caveira encarou o xerife.

– Bom dia xerife Stone – disse com a voz rouca.

– O que você quer? – perguntou o xerife com ignorância.

– Vim buscar minha recompensa.

Dizendo isto, o caveira virou a carroça com habilidade deixando cair cinco corpos.

O xerife reconheceu os corpos como sendo de um bando de ladrões de diligências que viviam pela redondeza.

– Estão mortos! – retrucou o xerife.

– Mas estão aqui – disse o caçador de recompensas.

– Eu precisava deles vivos!

O caveira se aproximou de um cartaz que estava pregado na parede ao lado da porta. Arrancou e posicionou na frente do xerife.

– Procuram-se Vivos ou Mortos – ele leu – Eu apenas fiz como era mais fácil pra mim.

O xerife rangeu os dentes. Qualquer outro o teria feito, afinal, o caveira estava fazendo o trabalho dos xerifes e ganhando enormes recompensas com seu gatilho.

– Vamos entrar – disse o xerife – Leo, por favor, recolha estes corpos.

Um minuto depois, dentro da Xerife’s Office…

– Aqui está – o xerife havia acabado de colocar a última pilha de dinheiro.

O caveira estava sentado folgadamente sobre a cadeira. Levantou-se, abriu um saco velho e começou enchê-lo do dinheiro.

– Xerife, acho bom não tentar fazer isso – disse ele ainda colocando o dinheiro dentro do saco.

– Fazer o quê?

– Acha que eu sou quem?! – gritou o caveira – Está faltando dinheiro! Não vacile porque encho o teu corpo de balas e acredite não vou sentir nenhuma mágoa.

O xerife ergueu os braços jogando outros dois pacotes de dinheiro na mesa.

– Que o inferno o engula…

– Também foi um prazer ajudar xerife – caçoou o caveira saindo do lugar.

Mas, naquele momento, disparos foram ouvidos. Os dois correram para fora rapidamente.

Logo, quando saíram para fora, entenderam que um assalto estava acontecendo ao banco.

CONTINUA…

Por Naôr Willians

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