O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – EPÍLOGO

Caveira não sabia o que havia sido mais gratificante depois da viagem de volta, a recompensa pelos bandidos e a maleta ou a cara de decepção do xerife Stone quando o viu ir embora com a grana nas costas. Eu adoro esse trabalho. Ainda lembrava do grandioso e orgulhoso xerife colocando cada dolár na sacola com um rosto de quem comeu e não gostou. Stone, você é um otário. O caçador de recompensas tinha certeza de que, se tivesse algum modo de prendê-lo, Stone iria até o inferno para conseguir. E que o diabo o carregue.

Agora, ele estava montado num cavalo percorrendo a vasta imensidão de cactos, areia e pequenos lagos, sentindo a brisa da vitória. Com um sorriso nos lábios, John lembrou-se da quantia recebida. Dez mil doláres. Cauteloso com suas obrigações, ele depositou a grande parte do dinheiro no banco e estava apenas com o necessário para sua próxima missão. Encontrar Tim Mc’Lane.

A cena veio na lembrança curta, quando saiu do escritório do xerife, Caveira enxergou um papel de procurado. Um homem branquelo, barbudo e com uma estranha cicatriz estava retratado lá. Tim Mc’Lane. O valor agradou no mesmo instante o ambicioso caçador de recompensas. Sete mil doláres, vivo ou morto.

Estava no papo. Quando as exigências eram maiores, John acabava tendo mais sacrifício, porém, neste caso, tudo se resumia em uma frase: acabar com o sujeito e pronto!

John respirou profundamente.

– Vou pegar você, Tim Mc’Lane.

Por Naôr Willians

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