12º D.P. – ESTRANHA AVENTURA – EPÍLOGO


Ming contrariado, disse:

– Você deve estar louco. Mesmo se nós formos, como vamos nos mover com essas roupas e sem dinheiro?

Myran mostrou as  palmas das mãos pedindo calma…

– Já pensamos em tudo isso. Nesse período que vocês vão ser enviados viveu um fazendeiro chamado Dom Gabriel Herrera. É a eles que vocês vão se reportar. Ele é uma pessoa que acredita nas pessoas. Com certeza vai ajudar vocês. Vocês devem também localizar um caçador de recompensas chamado Caveira. D. Gabriel vai lhe explicar tudo.

No dia seguinte, os dois parceiros sentaram-se em duas cadeiras em uma sala secreta. Chegaram ali guiados por Myran.

– Então amigos, vou ligar. Tenho certeza que vai dar tudo certo.

– Como se chama esse tal cientista maluco? – perguntou Ming.

– Ele se chama Otto Hellstrom. Muito cuidado com ele. Ele é perigoso e não o matem senão ficarão presos para sempre no passado.

Minutos depois após a ativação da máquina, um grande brilho se fez notar.

Um segundo depois a máquina do tempo não mais estava em Xanadú.

Com um clarão igual ao da partida eles chegaram no oeste mais ou menos em 1843.

– Veja Ming, um rancho.

– Olhe só o tamanho daquela árvore Will

– Vamos lá Ming, temos que chamar o dono e ver se passamos a noite aqui.

Minutos depois…

– Sim? O que desejam? São viajantes?

  – Mais ou menos. Será que seria possível nós passarmos a noite aqui? De quem é esse rancho?

– É do patrão Dom Gabriel Herrera.

– Uau, na mosca. Ele está no rancho?

– Sim, mas não podemos acordá-lo agora. Vou leva-los ao capataz.

De repente uma voz soou na escuridão perto da entrada do rancho.

– Pode trazer eles até aqui Neruda.

– D. Gabriel? – falou surpreso o vaqueiro.

SEGUE EM VINGADOR NEGRO E CAÇADOR DE RECOMPENSAS POR NAÔR WILLIANS NO BLOG LBN

Por Alci Santos

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12º D.P. – ESTRANHA AVENTURA – CAPÍTULO 6


Ming imediatamente correu para olhar através de uma das janelas e se surpreendeu ao ver o espaço escuro e todo estrelado.

Com a surpresa olhou para Will que foi até lá e teve a mesma surpresa.

Myran olhou para eles e disse:Não se preocupem, no fim de tudo isto vocês voltarão para seus lares.

-No fim de que?

-Tenho que explicar algo para vocês.

Ming colocou as mãos na cabeça, olhou para Will e disse:

-Lá vem mais história.

Myran explicou:
– Infelizmente não há outro modo de resolver isso. Como vocês sabem, nossa cidade é mágica e
a energia dela, combinada com a de um artefato, chamado “Olho do Mal” está rasgando o véu das
dimensões. Isso é catastrófico porque se essas dimensões se juntarem de forma artificial, elas deixarão de existir
e nós, junto com o universo desapareceremos.

Will concentrado, perguntou:

-E de onde surgiu esse “Olho”

-Há muito tempo um cientista daqui de Xanadú, construiu secretamente um artefato para viajar entre dimensões, porém ele foi descoberto e preso. O problema é que na prisão ele construiu também secretamente um outro artefato que o levou para o passado, no velho oeste americano e atualmente ele vive lá.

-Atualmente conseguimos construir uma máquina do tempo só de ida. Assim que vocês descerem dela no passado ela se desintegrará.

-E como voltaremos para o presente? – perguntou Will perplexo.

-A única maneira é vocês roubarem o artefato temporal que ele construiu e o pior é que soubemos que uma organização criminosa chamada “Octópus” conseguiu de alguma forma enviar alguém ao passado para roubar o artefato também.

CONCLUI À SEGUIR…

Por Alci Santos

XANADÚ – EPÍLOGO


E assim, quando entraram e se acomodaram, Myran começou a explicação:

-Pessoal, vou lhes contar algo sobre Xanadú que muitos não sabem.

-Quando nosso mundo era apenas uma bola de fogo, existiam muitos gases agindo no que no futuro viria a ser nossa atmosfera.

-Junto com esses gases e fogo, existiam muitos furacões, iniciando-se e acabando-se. Com o passar do tempo, essas substancias foram extinguindo-se e formaram nossa atmosfera de hoje.

Alguns desses elementos foram capturados por uma força que chamamos de magia universal que inclusive foi responsável pela criação de Xanadú. Esses elementos foram libertados da magia bruta quando o homem aprendeu a manipulá-la e controlar a mesma e as  miniaturizou.

-Professor, só existe ciclones de fogo e ar?

-Não. Existe também de água que se origina no mar. Venham comigo.

E assim os alunos cruzaram a sala e chegaram a uma espécie de redoma onde estavam presos vários turbilhões, de todos os tipos.

-Estão vendo? Esses filhos da natureza selvagem crescem. Não ficam apenas como aqueles que estão presos no centro da sala.

Neste momento, ouviu-se um grande barulho de algo de vidro quebrando-se.

Um dos alunos havia levado uma ferramenta parecida com um martelo e quebrado a proteção do meio. Como era um artefato mágico, quebrou a mesma facilmente.

Em seguida, os pequenos turbilhões saíram do recipiente e escaparam pelas frestas da porta e das janelas da sala.

Myran pediu para a segurança deter o garoto que quebrara e agora estava gargalhando.

Os turbilhões escaparam, e se juntaram. Logo em seguida sumiram dos radares de Xanadú.

Por Alci Santos

Esta minissérie se passa antes dos últimos acontecimentos em C.H.I.L.D.

12º D.P. – ESTRANHA AVENTURA – CAPÍTULO 5


– Esse cara só pode ser louco.

Myran sorriu e explicou:

– Aqui nossa cidade temos uma aura mágica que nos protege de tudo, porém quando saímos dos limites de Xanadú somos tão humanos como vocês lá fora.

Will, incrédulo, perguntou como eles tinham chegado ali e Myran contou o ocorrido.

– Eu me lembro agora de estar no avião, mas não consigo acreditar no que você acabou de dizer.

Ming então lembrou-se de mais coisas e citou:

– Espere aí Will. Realmente estávamos no avião e o mesmo estava caindo. Quando olhei pela janela vi tipo um redemoinho saindo das águas do atlântico.

– Sim estes chamamos de turbilhões. Aqui temos também de ar e de fogo.

De repente Ming lembrou algo  que tinha lido nos jornais recentemente:

– Espere aí. Eu li no jornal que alguns turbilhões de fogo apareceram em Washington.

De repente, Myran pareceu assustado.

– Diabos, você fala em Washington, nos Estados Unidos da América?

– Sim, porque a surpresa?

– Tempos atrás um dos turbilhões conseguiu  escapar do limite aqui de nossa cidade em um acidente e ficou indetectável. Como estudamos o espaço e suas anomalias, não costumamos a investigar os países do planeta Terra.

– Porque você se referiu à Terra dessa forma?

– Simples, porque nesse momento estamos no espaço sideral.

CONTINUA…

Por Alci Santos

12º D.P. – ESTRANHA AVENTURA – CAPÍTULO 4


– Veja, uma porta trancada. Vamos temos que saber onde estamos – disse Will levantando-se rapidamente

– Isso parece um tipo de hospital Will.

Neste momento a porta abre, entrando no local Myran e alguns seguranças. Will olhou para ele e estranhou sua palidez.

– Quem é você? Onde estamos?

– Calma Sr. Will, todas as dúvidas serão sanadas quando conversarmos.

– Não conversaremos nada enquanto não me dizer onde estamos e quem é você.

– Eu sou Myran. Eu sou especialista em assuntos espaciais. Nós estamos na cidade de Xanadu.

Ming que teve descendência oriental já ouvira falar desta cidade. Só que a que ele ouvira pertence às lendas.

– Endoidou Ming? Você está rindo de que?

– Esse cara ai ta dizendo que aqui é Xanadu, mas Xanadu é uma cidade lendária do Oriente.

Myran respirando fundo disse:

Tudo bem já que vocês querem saber, vou contar-lhes tudo.

Aqui é a cidade mágica de Xanadú que não tem nada a ver com a lendária.

Aqui trabalhamos pelo bem da natureza e dentro dos limites de nossa cidade, somos imortais.

– Quanta besteira, porque não nos fala a verdade? – perguntou Will.

– Isso é verdade. Veja ali naquelas maletas próximas às camas. São as suas malas de viagem. Suas coisas estão todas ali incluindo suas armas. Podem pegá-las e atirem em mim.

Will olhou para Ming e disse:

CONTINUA…

Por Alci Santos

12º D.P. – ESTRANHA AVENTURA – CAPÍTULO 3


Myran mandou Talik orquestrar o resgate de todas as pessoas vivas no avião.

O procedimento consistia em operar um tipo de guindaste que ia até o topo da redoma e depois de fazer um corte para os cabos passarem, os mesmos desceriam com o gancho na ponta que podia ser direcionado para cima, baixo e lados.

Assim, puxaram o avião para cima e fizeram um corte na lateral da redoma onde pessoas podiam ir até o avião através de uma ponte improvisada.

 O resgate demorou em torno de duas horas e logo após encontrarem as pessoas vivas as levaram para um tipo de enfermaria, onde ministram neles remédios.

Três horas depois um enfermeiro ligou para Myran:

– Senhor eles estão acordando. Seria interessante vir agora.

– Certo, estou indo para aí.

Nisso, na enfermaria dois homens abrem os olhos atônitos. Levantam da cama sem saber onde estão.

– Mas onde diabos estamos Ming?

– Não sei Will minha cabeça está pulsando.

– Eu também estou com esses sintomas Ming.

CONTINUA…

Por Alci Santos

12º D.P. – ESTRANHA AVENTURA – CAPÍTULO 2


– Pessoal, terei que sair neste momento. Urgências me chamam. Estudem sobre os turbilhões pois em nossa próxima aula verei quem é o manda chuva nesse assunto.

E assim ele saiu, dirigindo-se ao “Labo”.

Mais tarde…

Myran entrou em uma sala que mais parecia o gramado um campo de futebol.

Após andar alguns passos, chegou a uma grande redoma de vidro que permitia a visualização de vários turbilhões presos em água mágica e o que eles haviam capturado.

– Mas o que é isso Talik? O que aquela aeronave está fazendo aqui?

– Senhor parece que o turbilhão que a capturou está em crise.

– Como assim em crise?

– Identificamos um comportamento estranho de sair da superfície do mar. O turbilhão normal não tem esse comportamento.

De repente um alarme começa a tocar.

– Eu não acredito que isto está acontecendo Talik

– Mas é verdade senhor. Existem pessoas vivas dentro da aeronave.

CONTINUA…

Por Alci Santos