O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – EPÍLOGO


Caveira não sabia o que havia sido mais gratificante depois da viagem de volta, a recompensa pelos bandidos e a maleta ou a cara de decepção do xerife Stone quando o viu ir embora com a grana nas costas. Eu adoro esse trabalho. Ainda lembrava do grandioso e orgulhoso xerife colocando cada dolár na sacola com um rosto de quem comeu e não gostou. Stone, você é um otário. O caçador de recompensas tinha certeza de que, se tivesse algum modo de prendê-lo, Stone iria até o inferno para conseguir. E que o diabo o carregue.

Agora, ele estava montado num cavalo percorrendo a vasta imensidão de cactos, areia e pequenos lagos, sentindo a brisa da vitória. Com um sorriso nos lábios, John lembrou-se da quantia recebida. Dez mil doláres. Cauteloso com suas obrigações, ele depositou a grande parte do dinheiro no banco e estava apenas com o necessário para sua próxima missão. Encontrar Tim Mc’Lane.

A cena veio na lembrança curta, quando saiu do escritório do xerife, Caveira enxergou um papel de procurado. Um homem branquelo, barbudo e com uma estranha cicatriz estava retratado lá. Tim Mc’Lane. O valor agradou no mesmo instante o ambicioso caçador de recompensas. Sete mil doláres, vivo ou morto.

Estava no papo. Quando as exigências eram maiores, John acabava tendo mais sacrifício, porém, neste caso, tudo se resumia em uma frase: acabar com o sujeito e pronto!

John respirou profundamente.

– Vou pegar você, Tim Mc’Lane.

Por Naôr Willians

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O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – CAP. 08


Caveira encarou o mafioso.

– Tudo poderia ser de outro jeito, John – comentou – Eu posso lhe oferecer mais dinheiro do que qualquer bandido vil que você pegue.

– Vou falar uma coisa. Sua vingança não é problema meu.

Dizendo isto, John sacou seu revolver rapidamente. Não houve tempo para o mafioso reagir e dois disparos acertaram-o fazendo cair no chão.

– Edge! Mate-o!

Antes que o caçador de recompensas fosse rápido para perceber, um disparo acertou-lhe a mão e seu revolver caiu no chão. Habilmente, ele saltou para trás de uma carroça velha.

– Uma armadilha! Maldição! – resmungou consigo mesmo recuperando o fôlego – Então fiz bem em matá-lo. Quando esse miserável colocasse as mãos na maleta, me acertaria pelas costas. Pro diabo! Por um momento, cheguei a sentir dó da sua família morta injustamente, mas agora entendo que, embora sua família fosse inocente, esse desgraça não era nenhum um pouco.

Naquele momento, uma movimentação chamou atenção do Caveira. Eram cinco pistoleiros ao redor do corpo do mafioso.

– Acabe com ele, Edge. Por mim… – foram as últimas palavras do mafioso.

John então, recorreu ao último apelo. Ele assobiou.

E de repente, o xerife e mais um punhado de homens apareceram no local. Entretanto, Edge e os pistoleiros não quiseram render-se e dispararam contra os homens.

John observava tudo e percebeu quando Edge, aproveitando o momento, pegou a maleta e fugiu disfarçadamente.

O caçador de recompensas saltou sobre uma casa ao seu lado e prosseguiu a perseguição pelos telhados.

Edge entrou num estábulo, com certeza, atrás de um cavalo. John parou no telhado, tentando escutar o que acontecia lá dentro. Ouviu uns murmúrios e depois disparos.

Convicto da posição de Edge, John quebrou o telhado e pulou estábulo adentro, caindo em cima do pistoleiro ladrão. Ambos foram ao chão. Edge recobrou-se rápido, procurou seu revolver, porém, havia sumido.

Neste momento, Caveira agarrou-o acertando-lhe um direito mortal. Edge foi ao chão.

– Eu suspeitei desde o príncipio que você não estava trabalhando sozinho – falou John.

– Pro diabo! Que história é essa?

– Eu não disparei duas vezes contra o mafioso – declarou o caçador de recompensas – O segundo disparo veio da sua direção. Me diga, quem mais está ganhando com isso, Edge?

– Que o diabo engula! Eu não vou falar nada!

– Está certo. Afinal, isso não me interessa. A única coisa que preciso é pegar minha maleta e dar o fora.

Mas, Edge não estava conformado. E olhando para o lado, o criminoso enxergou seu revolver. Num rápido movimento, Edge rolou e agarrou o revolver. Ao mesmo tempo, John enxergou uma ferradura aos seus pés, o Caveira chutou-a para cima. Edge disparou. John pegou a ferradura, pulou para o lado e lançou-a, acertando direto na cabeça de Edge. O criminoso desmaiou na hora.

O caçador de recompensas levantou-se e naquele momento, um dos homens que estava com o xerife chegou.

– Você está bem? Olha só! Edge… ele também fazia parte do bando Ernesto.

– Quem é Ernesto?

– O mafioso que estava por trás de tudo – explicou o pistoleiro percebendo John mancando – O que aconteceu?

– Foi só um tiro, mas pegou de raspão. Além disso, diga ao xerife para forçar Edge, pois, ele sabe coisas importantes.

– E você, para onde vai?

– Tem uma grana me chamando do outro lado do deserto, amigo.

O pistoleiro sorriu.

CONCLUI A SEGUIR…

Por Naôr Willians

O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – CAP. 07


– Raios do inferno! – gritou um homem em frente a Edge.

– Não é só isso. O maldito nos deixou um bilhete.

Edge entregou o bilhete ao chefe e este leu-o.

– Olá caro mafioso, deve estar se perguntando agora onde estou para poder me enterrar debaixo de um bom palmo de terra. Mas, eu tenho uma proposta. Você está com uma maleta que preciso e eu estou com uma que você precisa. Se estiver disposto a fazer uma troca, encontre-me pessoalmente ao meio-dia atrás do estábulo Star, senão eu vou sumir com essa maleta e nunca mais você terá seu plano completo. Grato, John Caveira.

O mafioso amassou o papel.

– Que o diabo te carregue, Caveira! – reclamou furioso – Ele se acha muito esperto, no entanto, vou provar o contrário quando tiver feito dois buracos na sua cabeça com minhas mãos! Edge! Venha até aqui, eu tenho um plano!

***

Enfim, ao meio-dia atrás do estábulo Star…

– Mostre-me a maleta – pediu o mafioso de frente com Caveira.

John abriu a maleta. Tudo estava lá. O mafioso fez o mesmo.

– Antes de terminarmos – interrompeu o caçador de recompensas – Tenho uma pequena curiosidade. Para que precisa das maletas?

– Essas maletas contêm informações sobre Posh.

– Posh? As companhias de diligências Posh?

– Exatamente. Com esses documentos terei em minhas mãos, o controle das importações que são feitas por eles.

– Mas por que tanto interesse na Posh?

O mafioso ergueu a manga direita do paletó. O braço estava marcado.

– Tenho outros desses, a verdade é que o administrador geral da Posh era meu amigo, nós criamos a companhia. Mas, quando ele viu o negócio crescer, me traiu, matou minha esposa e minha filha. Depois me torturou e jogou-me no rio, entretanto, eu sobrevivi. Sempre fui rico, por consegui mudar de nome e aos poucos descobri cada ponto vulnerável da Posh. Acredite, só vou descansar quando ver aquele miserável debaixo de sete palmos de terra.

– Então, tudo se trata da sua vingança – comentou Caveira – Está bem, isso é o suficiente. Vamos fazer a troca.

Os dois aproximaram-se de maleta nas mãos.

CONTINUA…

Por Naôr Willians

O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – CAP. 06


John saltou sobre o telhado do banco. Como Edge dissera havia mesmo um telhado solto. Ele puxou-o, depois amarrou uma corda num pequeno traste e desceu banco adentro. Realmente, Willberg deixara tudo formidavelmente preparado. Caveira foi até o cofre certo, abriu-o. Verificou a maleta. Pegou-a. Deixou um bilhete no lugar dela e partiu.

– Logo você terá uma bela surpresa, Edge – disse dirigindo-se a delegacia.
Dez minutos depois…

– Xerife! Xerife!

Um homem velho, mas robusto abriu a porta. John enxergou a estrela de prata.

– Xerife, vai haver um assalto ao banco dentro de quinze minutos.

– Como é? – disse o homem da lei assustado.

– Ouvi quando Edge conversava com seus capangas. Eles compraram um homem dentro do banco, Xerife!

– Pelos chifres do diabo! Fique aqui que eu vou chamar alguns homens para pegar esses miseráveis.

O xerife saiu apressado. John esperou por cinco minutos e depois saiu também por uma viela alternativa. Fez um contorno por fora da cidade até chegar ao banco onde encontravam-se Edge com seus homens.

– Estavámos a sua espera, John! – exclamou Edge.

– Tive alguns contra-tempos, mas vamos ao que interessa.

Enquanto os capangas subiam pelo telhado, Caveira espionava para ver se ninguém chegava. Edge esperava na entrada.

Dois minutos depois, John avistou o xerife chegando acompanhado por uns dez homens. O rapaz aproveitou a escuridão para se camuflar. Ao mesmo tempo, Edge entrava no banco.

– Espero que curta a estadia na prisão – murmurou John sorrindo.

O banco foi invadido. Caveira ouviu os disparos, e, por fim, o xerife saiu com uma boa parte dos homens algemados. Porém, Edge não estava entre eles.

John voltou a delegacia e logo o xerife apareceu. Depois de colocar todos nas selas foi até o rapaz.

– Bom trabalho! Faz tempo que pretendo prender estes senhores, porém, não tinha provas para mantê-los aprisionados.

– Isso é muito bom pra você, xerife. Mas, só pra você.

O homem de cabelos grisalhos encarou-o.

– Ah! Agora eu o reconheço – murmurou – John Caveira, o caçador de recompensas.

– Ótimo! Já que me reconheceu, não vou precisar especificar meus critérios.

O xerife fechou a cara. Dirigiu-se ao cofre da delegacia e pôs sobre a mesa a quantia de três mil doláres.

– Eu devia ter desconfiado – resmungou o xerife inconformado.

– Ora, meu caro amigo. Tudo nessa vida tem um preço, entretanto, pela sua generosidade e rápida compreensão eu lhe entregarei Edge e seu chefe – declarou Caveira sorrindo.

– Pro diabo! Tem certeza?

– Basta apenas fazer conforme eu disser.

CONTINUA…

Por Naôr Willians

O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – CAP. 05


A lua iluminava o caminho, enquanto Caveira chegava a cidade.
– Só pode ser aqui – murmurou diminuindo a velocidade da cavalgada.
A cidade não estava deserta. Logo na entrada, um saloon fazia um barulho estrondoso.
– Acho que aqui posso encontrar alguma informação.
Depois de prender o cavalo, Caveira entrou no saloon. Dirigiu-se logo para o balcão.
O barman colocou um copo de uísque.
– Por conta da casa, forasteiro! – disse alegremente.
– Ficarei mais feliz se me disser onde posso encontrar Carlos Edge.
– Carlos Edge? É aquele ali – apontou o barman para um homem rodeado por outros pistoleiros numa mesa na extremidade norte do saloon.
– Obrigado – Caveira tomou o uísque e dirigiu-se a mesa.
Contou. Cinco homens. Todos com segurando na ponta de seus revolveres.
Porém, antes que pudesse se aproximar o bastante. Um deles, barrou o caminho.
– O que deseja, forasteiro?
– Só quero bater um papo com o nosso amigo Edge, ele tem uma coisa minha – comentou Caveira.
– Sabe forasteiro, eu vou sugerir uma coisa e espero ter uma reação boa de você… dê o fora.
– Me amedrontar não vai adiantar. Vou falar com Edge nem que eu faça esse saloon vir abaixo – resmungou o caçador de recompensas.
– O que foi, Manoel? – perguntou Edge.
– Um pequeno incomôdo, senhor – respondeu Manoel – Mas vou resolver rapidamente.
O bandido virou-se, mas foi atingido por um soco fazendo-o voar em cima da mesa de Edge.
– Raios do inferno! – gritou alguém no saloon.
– Mas que diabos é isso? – questionou Edge.
Só então, ele enxergou Caveira em pé encarando-o.
– Ora essa, John Caveira em nosso saloon – disse sorrindo.
– Como me conhece? – perguntou Caveira.
– Sua fama o precede, caçador de recompensas. Mas, não ligue para essa bagunça, sente-se – convidou Edge empurrando uma cadeira na direção de John – Por favor, retirem Manoel daqui.
Alguns subordinados puxaram o corpo atordoado de Manoel dali.
– Em que posso ser útil?
– Vou ser bem claro. Quero a maleta que você roubou em El Dourado – disse firme.
– Hu! Hu! Hu! E o que eu ganho em troca?
– Sua vida. Seu nome não vai ser mencionado, eu vou levar aqueles seus colegas mortos e essa maleta para o xerife, isso vai me render uma bela grana – comentou.
– Bem John, eu tenho uma oferta muito melhor. Estou trabalhando para um riquinho cheio de grana, ele está nos pagando caro.
– Desculpe, mas não tenho interesse em ficar preso a esses ladrões malditos. Eu tenho meu jeito de ganhar dinheiro.
– Acho que você não entendeu. Essas maletas tem um valor alto e esse riquinho pra quem trabalho está coletando uma dúzia delas. Ao fim, podemos pegá-las e dividir entre nós.
– Huummm… traição, você quer dizer? – perguntou Caveira.
– Você entende como são esses riquinhos, vemos coisas demais que às vezes são confidenciais e no fim, eles não podem mais nos deixar vivos. Você, mais que ninguém, sabe disso, não é?
John ficou pensativo.
– E então, topa ou não topa? – questionou Edge sorrindo.

CONTINUA…

Por Naôr Willians

O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – CAP. 04


Caveira estava galopando seguindo a declaração do barman.
– Onde esses bandidos foram se meter? – questionou consigo mesmo.
Foi então, que enxergou ao longe, jogados na areia. Três corpos.
– Diacho! Se não me engano aqueles são os bandidos… – murmurou acelerando sua cavalgada.
Quando alcançou os corpos, Caveira confirmou seus pensamentos, de fato, eram os bandidos.
– Cof! Cof! Forasteiro… – um deles ainda estava vivo.
O caçador de recompensas se aproximou.
– Quem fez isto? Onde está a maleta que vocês roubaram? – questionou.
– Ele nos enganou… cof! cof!… ele levou a maleta…
– Quem levou a maleta?
– Carlos Edge…
– Pra onde ele foi?
Mas, já era tarde demais. O bandido suspirou profundo e morreu.
Caveira observou o local. Para todo lugar que se olhava, apenas areia e enormes rochas.
– O único lugar perto daqui é McPherson – pensou consigo mesmo – Se não me engano, há uma pequena cidade a alguns quilômetros. Espero que seja lá.
Haviam diversas cavernas ali, devido a quantidade de rochas no local. Com cautela, Caveira escolheu um bom lugar e colocou os corpos dos bandidos ali, afim de quando voltasse levasse-os para receber sua recompensa.
Depois disso, ele partiu rumo a pequena cidade na fronteira de McPherson.
***
Enquanto isso, na pequena cidade…
– Bom trabalho, Edge – disse um homem de roupa social.
– Senhor, creio que essa é a hora de recebermos aquele pagamento. Os capangas estão comentando – resmungou Edge.
– Sim, é claro. Amanhã mesmo providenciarei o pagamento. Mas, antes tenho uma última missão pra você e seu bando.
– Estamos a disposição – disse.
– Esta noite, vocês arrombarão o cofre do banco desta cidade. Haverá uma maleta muito parecida com essa, quero ela – explicou o homem sentando.
– Senhor, este é um trabalho um tanto complicado. Precisamos de tempo para analisar as saídas e entradas.
– Nem precisa – retrucou o chefe – Tem alguém no banco trabalhando pra mim e ele vai providenciar tudo. Procure por Willber, ele guiará vocês ao destino.
– Está certo.

CONTINUA…

Por Naôr Willians

O CAÇADOR DE RECOMPENSAS – POR TRÁS DE UMA VINGANÇA – CAP. 03


Caveira estava chegando a um pequeno vilarejo. Dois dias haviam se passado desde que ele estava seguindo as pegadas dos cavalos dos bandidos. Eles não haviam parado, nem por um segundo. Ele começava a se perguntar o que tinham de tão importante para se apressarem tanto. Esperava descobrir logo.
Logo que adentrou no vilarejo, deixou o cavalo num estábulo e se dirigiu ao saloon mais próximo. Passou rapidamente pelas mesas em direção ao balcão.
– Vai querer alguma coisa? – perguntou o homem atrás do balcão.
– Só um copo gelado de cerveja.
Hábil e rápido, o homem serviu-o.
– Você parece cansado forasteiro – comentou.
– Venho de El Dorado.
O homem sorriu maliciosamente.
– Deve ser algo muito importante para trazê-lo aqui perto de Newton.
– Apenas me diga se não passou por este vilarejo três homens à cavalo – pediu Caveira.
– Huumm… não sei se eu vi…
Caveira colocou um valor em dinheiro em cima do balcão.
– Ah! Sim! – exclamou o balconista – Pelos diabos, como pude me esquecer? Três homens montados à cavalo! Sim, passaram por aqui esta manhã. Tomaram um drink e partiram, pareciam estar com pressa.
– Ouviu para onde iam? – questionou Caveira.
– Olha, eu não sei se ouvi…
Caveira abaixou a cabeça sorrindo.
– Escute, vou lhe oferecer algo que vai fazer você abrir esse bico como sábia. Vou lhe oferecer uma passagem de viagem para o inferno.
O balconista engoliu a saliva.
– Então, você ouviu alguma coisa ou não?
Enquanto isso, em algum lugar perto de McPherson…

– Aqui está o que nos pediu – disse um dos bandidos entregando uma pasta ao homem negro à sua frente.
Ele conferiu os documentos dentro da pasta.
– Bom trabalho – sorriu.
– Chega de papo furado Edge! Queremos a nossa parte! – exigiu o outro bandido.
– O chefe foi generoso e mandou uma baita recompensa para vocês.
Os três bandidos esperavam ansiosos.
Os olhos negros de Edge brilharam.
– Uma passagem de viagem ao inferno!
Num rápido movimento, Edge sacou seu revolver e matou os três bandidos antes que tivessem tempo de se esquivar. Os três corpos foram ao chão sem vida.
– Boa viagem.

CONTINUA…

Por Naôr Willians