PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 7


– Como ele se chama? – perguntou Petit pensando no pior.

– Ele não disse o nome – falou o recepcionista abrindo os braços.

Rapidamente Petit foi ao telefone e se despediu do Aranha, pegou as chaves do quarto e empurrando o recepcionista com pouca força, o fez sair do quarto, seguindo-o e depois fechando a porta do apartamento.

A partir daí correram até a recepção, mas não encontraram o homem.

– Ele estava aqui senhor.

– Diabos!

– Vamos até a sauna.

– Não posso sair daqui já fiquei muito tempo fora.

– Então vá se catar!

E dizendo isso Petit correu até onde ficavam as saunas do Hotel.

Viu poucos usuários naquela hora. No ultimo compartimento de Sauna, encontrou o capitão Frank caído no chão só de cuecas.

Tentou despertá-lo três vezes batendo devagar no seu rosto. Somente na terceira conseguiu. O militar se mexeu e devagar foi voltando à consciência.

– Capitão, o que aconteceu? – perguntou Petit agoniado.

Foi então que o capitão levantou-se do chão e disse:

– Octópus.

– O que eles lhe fizeram?

– Homens vestidos de negro. Eles vieram aqui para me levar, mas viram alguém chegando e me deram uma pancada na cabeça.

– Diabos, como eles sabiam que nós estávamos aqui? O Senhor mesmo disse que era confidencial.

– Ora Petit, você sabe que nada é confidencial para Octópus.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 6


O homem com receio de perder o excelente emprego, correu até o apartamento do cliente e o mesmo ficou na recepção.

Um minuto depois os homens de negro entram pela porta do lado do hotel que tinha um corredor que dava na recepção.

– Vamos logo antes que o recepcionista volte – disse o cliente.

Enquanto isso…

– Pois é Aranha a situação está inquietante. Estou tendo que agir em duas frentes, uma de olho na agencia criminosa OCTÓPUS que possivelmente está tramando algo para se vingar de mim e do capitão Frank e em outro estou tentando ver se consigo saber algo sobre Hank que está sumido.

No telefone, uma voz meio arrastada disse:

– Petit você precisa me dizer o que sabe sobre o que está havendo. Você é o homem mais próximo do Capitão.

– Não sei de nada, e não só eu, nem o comando de Tucson e nem Washington estão sabendo de nada, mas estou mexendo os meus pauzinhos para ver se consigo algo. Assim que me informar, te ligo.

Neste momento, alguém bate na porta. Petit abre a porta e dá de cara com o recepcionista.

– Pois não? – perguntou Petit estranhando o homem ter ido até ali sem solicitação.

– Vim ver o ar condicionado senhor – disse o recepcionista apontando para cima na parte dentro do quarto.

– O Ar está em perfeito estado amigo. Quem lhe mandou verificar?

– Foi um senhor que ficou lá na Recepção.

– Ele é funcionário do hotel?

– Não, ele está hospedado aqui com o senhor.

Ao ouvir isso, Petit estranhou mais ainda.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 5


– Hank está sumido. Consegui escapar por milagre do jatinho particular da agência. Peguei um paraquedas em um compartimento secreto do jatinho e consegui pular antes do mesmo se espatifar no solo. Quando pulei, fui levado pelo vento em direção contrária ao CHILD adolescente. Aí consegui ajuda em solo para chamar uma equipe para me buscar. Hank ficou em poder do moleque.

– Vai sair agora Capitão?

– Vou na sauna Petit. Fique de olho no que pode acontecer.

E assim o capitão Frank saiu do quarto e bateu a porta.

Enquanto isso, em outro lugar…

– Então está tudo pronto para a operação? – perguntou um homens vestidos de negro.

Os outros quatro homens acenaram com a cabeça que sim.

– Já sabem que não podemos cometer erros. Essa operação é importantíssima.

Dentro do Tucson Inn, algo muito estranho acontecerá nesta noite…

Um dos clientes do hotel chega à portaria…

– Por favor, o ar condicionado do apartamento 315 está com problemas.

– Sinto muito senhor, mas não posso abandonar a recepção. Amanhã darei seu recado ao setor técnico.

– Como é? Será que ouvi direito? Terei que passar a noite no meu quarto no maior calor porque você não pode sair daí um momento?

– Mas isso são regras do hotel. A recepção não pode ficar sem ninguém, e o meu assistente não veio hoje pois está doente.

– Tudo bem então mas tenha certeza que amanhã farei sua caveira para o gerente geral, que por sinal é meu amigo.

– Calma senhor, talvez eu possa ir lá rapidamente e ver qual o defeito.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 4


– Hummm, todas as vezes que venho aqui não aguento ficar sem falar com você Bev – disse ele colocando suas mãos na cintura da moça.

– Meu amor adoro quando você vem aqui – falou ela repousando seus braços nos ombros de Petit.

Os dois então aproximaram os rostos como se fossem consumar um ardente beijo na boca, quando…

– Petit, o que você está fazendo ai? Bev todas as vezes que Petit vem aqui você atrasa nossas operações. Vou transferi-la para Washington.

– Desculpe capitão mas não consigo ficar sem falar com Bev.

Assim, o capitão puxou-o pela camisa e saíram.

Mais tarde, se hospedaram no hotel Tucson Inn. Se acomodaram e começaram a conversar.

– Petit vou te contar algo confidencial, algo que só contaria para você.

– Claro capitão.

– Você se lembra da equipe C.H.I.L.D. que eu recrutei para a Columbus Agency Detective’s?

– Sim, aquela molecada com poderes. Qual o problema?

– Abra bem os ouvidos porque você não vai acreditar.

E assim o capitão Frank contou tudo o que acontecera com o grupo de crianças.

– Como é? Os moleques se transformaram em um adolescente só? Não sei se foi uma boa ter acontecido isso.

– Pois é, estamos com problemas com isso, mas vou colocar o Aranha para cuidar desse caso. Talvez o Luc Mobo possa trabalhar junto com eles e gostaria que você desse supervisão ao trabalho deles.

– Tudo bem posso fazer isso, mas, por onde anda Hank?

CONTINUA…

Por Alci Santos

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PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 3


Escritório do capitão Frank…

-Então quer dizer que a Octopus está novamente  agindo?

– Sim Petit e estamos mais uma vez sem nenhuma pista.

– Esta organização é bastante astuta e tenho certeza que desta vez será mais difícil ainda pegá-los.

– Desde que da ultima vez vc matou o chefão deles e eles juraram vingança.

– Capitão nem usei minha licença letal para acabar com ele. O próprio se matou ao explodir a mansão que reagiu nas catacumbas embaixo da mesma.

– Bom vamos mudar de assunto Petit. Temos que criar um plano para reaver o dinheiro roubado.

– Falar é muito fácil Capitão. Não é o senhor que vai a campo.

– Você tem razão, mas temos que pensar em algo. E tem mais…

– Nem me fale.

– Estou enrolado com fatos estranhos e estou colocando toda a agência pra resolver, o que significa que você terá dois compromissos.

Petit virou rapidamente os olhos para o teto lançando um suspiro, mas teve que resignar-se.

– Vamos Petit temos que nos hospedar em um hotel. Não posso te falar isso aqui por motivo de segurança.

Os dois homens passaram pela porta e Petit puxou-a quando saiu, trancando-a.

O capitão seguiu em frente e passou por outra porta, enquanto Petit viu uma linda mulher sentada atrás de uma mesa de recepção.

Ao vê-lo, ela imediatamente levantou e fitou-o com seus lindos olhos azuis.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 2


Central de policia de Tucson…

– …então precisamos falar com o capitão Frank

– Deixe-me entender. Vocês estão dizendo que querem falar com o capitão Frank vestidos deste jeito?

– O que o senhor tem contra nossos trajes? Nos somos pobres, mas somos gente. Vocês policiais usam essas suas fardas chiques, mas nós não temos dinheiro para comprar esse tipo de roupas.

– Não se trata disso amigo. É que vocês estão de bermuda e é proibido a entrada aqui dessa forma.

– Nós vamos pedir algum dinheiro ao capitão Frank.

– Agora mesmo é que vocês não poderão entrar – falou o policial de maneira séria aos homens

Um terceiro homem arguiu:

– Porque essa discriminação, policial?

– Moço, o capitão Frank é um homem ocupado e não tem tempo para esse tipo de coisas.

Neste momento, o capitão Frank chega ao local da discussão.

– O que está havendo aqui policial?

– Nada de importante senhor, só esses cidadãos que estão querendo importuná-lo com bobagens

– E que bobagens seriam essas? – perguntou o capitão ao policial.

– Eles disseram que querem pedir dinheiro ao senhor, mas eu disse que o senhor não tem tempo para isso.

– Hummm… pode deixar policial, que eu cuido disso.

– Como desejar senhor.

Assim, o capitão chamou os homens para irem até o seu escritório.

Quinze minutos depois o policial da guarda chama o que viria substituí-lo…

– Ei Gil, já está na hora de você me render.

– Calma Tom, vou só trocar de roupa e já venho. Que cara é essa?

-Foram uns caras aqui que queriam falar com o capitão e eu barrei a entrada deles, mas o mesmo chegou na hora e os chamou para o escritório.

– Ele chegou cedo hoje não?

– Eu também notei Gil, acho que tinha que se encontrar com esses caras mesmo.

Neste momento…

– Olhe quem está chegando, você não disse que estava no escritório Tom?

– Mas quando ele passou aqui foi em direção ao escritório

– Olá policiais, bom dia

-Bom dia senhor. Respeitosamente poderia fazer uma pergunta senhor?

– À vontade policial.

– Não entendi como o senhor passou de seu escritório para fora do prédio sem ter passado por mim de volta.

– Seja mais claro policial, que conversa é essa?

– É que mais cedo quando o senhor passou para seu escritório e chamou aquelas pessoas…

O capitão interrompeu e perguntou:

– Que pessoas? Eu estou chegando agora à corporação.

– O policial Tom ficou bastante confuso e disse:

– Sinto muito senhor mas tenho certeza que era a sua pessoa.

O capitão raciocinou e exclamou:

– Ah desgraçado!

E dizendo isso correu até seu escritório. Ao entrar, além dos rapazes, viu ele mesmo sentado em sua cadeira e bradou:

– Petit, você já curtiu bastante agora vamos parar com a palhaçada. Eu poderia prendê-lo por isso.

O homem se levantou da cadeira e tirando uma máscara mostrou sua identidade.

– Estava brincando com seus soldadinhos de chumbo, capitão Frank.

E dizendo isso abriu um largo sorriso.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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PETIT – OCTÓPUS – CAPÍTULO 1


Tucson, staff da polícia local…

– Como assim, o tenente Rick? Ele passou o dia inteiro comigo. Isso está me cheirando a Octópus – falou o capitão Frank.

– Mas não tenho dúvida que foi ele, ou então tem um irmão gêmeo.

– Martin, você tem certeza que está bem?

– Pare com isso Frank. É claro que estou no meu juízo perfeito.

– Isto está muito estranho. Se ele passou o dia aqui do meu lado e você disse que foi ele quem roubou, então alguém se fez passar por ele – pensou alto o capitão Frank

De repente alguém bate a porta.

– Entre! – permitiu o capitão Frank

– Correspondência senhor! – bradou um cabo ao entrar no recinto fazendo continência.

– Descansar! Me passe a correspondência.

– Aqui está capitão.

O capitão Frank pega a correspondência e quando vai colocá-la sobre a mesa um pequeno envelope cai sobre a mesma.

O envelope tinha uma figura de polvo estampado no rosto. O capitão Frank então entendeu tudo. Abriu o envelope e leu o bilhete que havia dentro:

– “Congratulações por sua pouca inteligência. Octopus.”

– Hum, agora está tudo fazendo sentido Martin. Leia! – disse o capitão Frank com um meio sorriso estendendo o braço para que o comandante Martin pudesse pegar o bilhete.

– Agora que sabemos com quem estamos lidando, podemos colocar alguém a altura no caso.

– E quem seria essa pessoa Frank? – perguntou curioso o capitão Martin

– Você já ouviu falar da Columbo’s Agency Detectives Martin?

– Não é aquela agência que tem aquele mascarado que se acha o máximo? – perguntou o capitão Martin

– Sim, e tem outros máximos cada um em seu papel.

O capitão Frank sorriu  e pegou o telefone.

– Alô? Petit? É com você mesmo que quero falar e é pra ontem.

CONTINUA…

Por Alci Santos

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